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Acidente entre carro e caminhonete deixa três mortos e um ferido em rodovia de MT



Três pessoas morreram após um Ônix e uma Amarok baterem de frente na MT-060, próximo de Poconé, a 104 km de Cuiabá, na tarde desta terça-feira (19). Segundo o Corpo de Bombeiros, morreram no acidente João Batista da Silva, 40, Eide Maria Correia, 37, e Bernardina Mendes da Silva, 49. Os três eram ocupantes do Ônix.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a colisão foi registrada por volta das 15h [horário de Mato Grosso]. e os corpos das três vítimas que estavam no carro ficaram presos às ferragens.

O único sobrevivente do Ônix, segundo os Bombeiros, foi Frederico Augusto de Arruda Gimenez, de 31 anos, que foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para o Hospital de Poconé.

A motorista da caminhonete, Izis Viega de Góis, de 24 anos, e o passageiro, Marcelo Mamedes da SIlva, de 35 anos, também foram socorridos por uma equipe do Samu e encaminhados para a mesma unidade de saúde.

Com Informações do G1 Mato Grosso



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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