Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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Estelionatários são presos ao se hospedarem em hotel de luxo usando cartões e documentos falsos



Duas pessoas foram presas nessa sexta-feira (29) ao se hospedarem em um hotel, na Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá, usando documentos e cartões de crédito falsos. De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), os suspeitos, identificados como Dário Barros da Silva, de 33 anos, e Leonel Braga Gouveia, de 28, foram flagrados com documentos e cartões de créditos falsos e foram autuados em flagrante por estelionato.

Segundo a GCCO, eles tentavam aplicar golpe no hotel Gran Odara, considerado um empreendimento de luxo na capital mato-grossense. Os policiais foram até o hotel para averiguar a situação e contataram que os suspeitos utilizaram documentos falsos para fazer o cadastro no hotel.

Com os dois suspeitos foram apreendidos vários documentos de identidade com a mesma foto e nomes diferentes, folhas de cheques em nome de terceiros, cartões de créditos falsos e mais de R$ 5,7 mil em dinheiro. Os golpistas foram encaminhados até a sede da GCCO, onde foram interrogados e autuados em flagrante por estelionato.



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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