Primavera do Leste / MT - Domingo, 12 de Abril de 2026

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Força Tática apreende 12 tabletes de maconha em Primavera do Leste



A Força Tática apreendeu aproximadamente 12 tabletes de substância análoga a maconha no final da tarde desta quarta-feira (18), na Rua do Comércio. Os entorpecentes estavam com um menor de 17 anos e seriam entregues a Igor Weslei Lima, que também foi detido.

De acordo com o cabo Victor, durante abordagem de rotina, um mototaxista foi abordado com um cliente, o menor, que estava na garupa com uma mochila preta nas costas. Durante a revista, foram encontrados 12 tabletes de maconha.

Em conversa com o menor e em investigação ao flagrante, chegaram até o segundo suspeito Igor, que já possui passagem por tráfico de entorpecentes no município de Rondonópolis. Conforme Victor, ele possui ligação direta com a droga. Ao falar com nossa equipe de reportagem, o menor permaneceu calado e Igor diz ser inocente e que não tem nenhuma ligação com os entorpecentes apreendidos.

Diante dos fatos, os suspeitos serão ouvidos pelo delegado plantonista e ficarão à disposição da Justiça.

OPERAÇÃO REFORÇO
Foi determinado pelo comandante do 11º Comando Regional da Polícia Militar, coronel Valter, a Operação Reforço, que consiste em que a Força Tática e o Comando de Ações Rápidas (CAR) intensifiquem as rondas e abordagens em áreas que há um número maior de criminalidade.

Fonte: Pérsio Souza/ Clique F5



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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