Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Homens que compraram armas e munições no Paraguai são presos



Três homens foram presos na noite de quarta-feira (8) com armas e munições ao serem abordados na BR-163 em Itiquira, a 359 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao serem questionados, os ocupantes dos veículos afirmaram que voltavam do Paraguai, onde teriam adquirido alguns celulares Iphone para vender no Acre, onde moram.

A abordagem ocorreu no km 34 da BR 163. Os três estavam em um carro, modelo Voyage.

Os policiais revistaram o automóvel. Eles encontraram três revólveres embaixo do carpete do banco do condutor.

Além disso, foram encontradas cinco caixas de munição, contendo 350 munições de calibre 38, 250 e ponto 40. Outros sete celulares Iphone também foram apreendidos nas embalagens originais.

Ao serem questionados sobre a origem das armas e munições, o condutor do veículo afirmou que as adquiriu no Paraguai. Os passageiros afirmaram saber da presença das armas e munições.

Os três suspeitos foram conduzidos e apresentados à delegacia da Polícia Federal de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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