Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Maio de 2026

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Homens que compraram armas e munições no Paraguai são presos



Três homens foram presos na noite de quarta-feira (8) com armas e munições ao serem abordados na BR-163 em Itiquira, a 359 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao serem questionados, os ocupantes dos veículos afirmaram que voltavam do Paraguai, onde teriam adquirido alguns celulares Iphone para vender no Acre, onde moram.

A abordagem ocorreu no km 34 da BR 163. Os três estavam em um carro, modelo Voyage.

Os policiais revistaram o automóvel. Eles encontraram três revólveres embaixo do carpete do banco do condutor.

Além disso, foram encontradas cinco caixas de munição, contendo 350 munições de calibre 38, 250 e ponto 40. Outros sete celulares Iphone também foram apreendidos nas embalagens originais.

Ao serem questionados sobre a origem das armas e munições, o condutor do veículo afirmou que as adquiriu no Paraguai. Os passageiros afirmaram saber da presença das armas e munições.

Os três suspeitos foram conduzidos e apresentados à delegacia da Polícia Federal de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.



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Polícia

Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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