Jovem flagrado com mais de 200 kg de cocaína é preso ao invadir casa e se esconder embaixo de cama
Um jovem foi preso nessa quarta-feira (25) ao ser flagrado transportando mais de 200 kg de cocaína na região de Mirassol D’Oeste, a 329 km de Cuiabá.
De acordo com o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), ele conduzia uma caminhonete S-10 que foi abordada pelos policiais.
Ao ver o grupo policial, o jovem abandonou o veículo, invadiu uma casa e tentou se esconder embaixo de uma cama na residência.
Segundo o Gefron, o rapaz, de 25 anos, foi abordado na região de um balneário. Os policiais tentaram abordá-lo, mas ele acelerou e passou a fugir pela cidade.
Depois de dirigir por alguns instantes, o motorista abandonou o veículo e correu em direção ao Bairro Cohab. Ele pulou o muro de uma casa e foi encontrado escondido embaixo da cama de um dos cômodos.
O Gefron, ao revistar a caminhonete, encontrou 200 tabletes de cocaína (Foto: Gefron/MT)
O Gefron, ao revistar a caminhonete, encontrou 200 tabletes de cocaína. O rapaz explicou que pegou a droga de outra pessoa em Sumaré, São Paulo, e tinha a missão de trazer a carga para Mato Grosso.
Ainda, o suspeito disse que estava com o pneu esquerdo dianteiro furado quando foi visto pelos policiais no balneário.
Ele afirmou que foi contratado para o transporte da droga e que receberia dinheiro pelo ‘serviço’.
O motorista, o veículo e a droga foram levados para a Delegacia Especializada de Fronteira em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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