Menina de 11 anos e irmão de 17 são apreendidos vendendo droga
Uma menina de 11 anos e o irmão dela, de 17 anos, foram apreendidos na noite dessa segunda-feira (11) suspeitos de venderem droga em Sorriso, a 420 km de Cuiabá.
Segundo a polícia, eles estavam com porções de maconha e pasta base de cocaína.
A apreensão foi feita após denúncia anônima de moradores do Bairro Mário Raiter. Com eles foram encontradas cinco trouxinhas de maconha e pasta base de cocaína e ainda cerca de R$ 300 em dinheiro trocado.
Para a polícia, o irmão mais velho disse que estava vendendo cada trouxinha por R$ 10. Os dois irmãos e droga foram conduzidos para a delegacia da Polícia Civil.
Indicado de Nhonho na Câmara de Primavera do Leste é preso suspeito de tráfico de drogas
Imagem meramente ilustrativa, charge política.
Marcelo da Silva Ferreira, servidor comissionado da Câmara Municipal de Primavera do Leste, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) sob suspeita de tráfico de drogas após ser flagrado transportando uma quantidade da substância conhecida como skank durante uma abordagem de rotina.
De acordo com informações apuradas pela reportagem, Marcelo ocupava o cargo de Assessor Parlamentar na Câmara Municipal e também prestava apoio na área de Tecnologia da Informação (TI) da Casa de Leis.
A prisão ocorreu na última sexta-feira (5). Após o flagrante, o suspeito foi encaminhado para os procedimentos legais e passou por audiência de custódia na tarde de sábado (6), quando o caso foi analisado pelo Poder Judiciário.
O presidente da Câmara Municipal, Marco Aurélio informou ao site ElyNews que está tomando conhecimento dos fatos para avaliar as medidas administrativas cabíveis.
Nos bastidores do Legislativo, vereadores comentam que Marcelo teria sido indicado para o cargo pelo ex-vereador Elton Baraldi, conhecido como Nhonho. Segundo relatos, ele teria assumido a vaga em substituição a outro servidor anteriormente indicado pelo ex-parlamentar e que acabou sendo exonerado.
A reportagem ressalta que a prisão em flagrante e a investigação não representam condenação definitiva, cabendo à Justiça analisar as provas e garantir ao suspeito o direito à ampla defesa e ao contraditório.
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