Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 29 de Abril de 2026

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Polícia

Motociclista bate em carro, cai e morre atropelado por caminhão



Um motociclista morreu na manhã desta sexta-feira (10) na Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), em Cuiabá. O motociclista teria 40 anos e morreu antes de ser socorrido.

Segundo informações da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), o acidente ocorreu nos fundos da Universidade Federal de Mato Grosso, no sentido Centro/Jardim Imperial.

As primeiras informações indicam que o carro e o caminhão faziam a rotatória na avenida. O motociclista teria passado entre eles e se desequilibrou.

Trânsito no local ficou congestionado e foi desviado pelos agentes de trânsito (Foto: Leandro Trindade/TV Centro América)

Trânsito no local ficou congestionado e foi desviado pelos agentes de trânsito (Foto: Leandro Trindade/TV Centro América)

Em seguida, a moto bateu na traseira do carro e o motociclista acabou caindo. Ele foi atropelado pelo caminhão e morreu no local. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamada, mas os médicos constataram a morte da vítima.

Agentes de trânsito e policiais da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) foram chamados no acidente. O trânsito no sentido Centro está interditado por causa do acidente. O fluxo de veículos é desviado por dentro do Bairro Boa Esperança.

O corpo do motociclista será levado ao Instituto Médico Legal (IML).

Fonte: G1 Mato Grosso



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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