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Número de acidentes com mortes nas rodovias federais reduz 14% em 2017 em MT, diz PRF



Os casos de pessoas que morreram em acidentes nas rodovias federais de Mato Grosso, no ano de 2017, reduziram 14%. É o que aponta um balanço da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Mato Grosso. Segundo o levantamento, o estado registrou 3.312 acidentes. Também há redução considerável no número de feridos.

De acordo com a PRF, do total de casos, 146 acidentes tiveram 492 pessoas que se feriram com gravidade. O balanço apontou que 190 pessoas morreram em decorrência de acidentes nas rodovias BR-070, BR-158, BR-174 e BR-364.

Em 2016, a PRF registrou 3.019 acidentes, com 2.343 pessoas feridas e 220 mortes. O número aponta uma redução de 14% quando é comparado 2017 e 2016.

Infrações

Apesar do relatório da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso apresentar redução do número de mortos e feridos em 2017, por outro lado, ainda há muitos motoristas que insistem em cometer infrações.

Durante o Ano de 2017, a PRF focou na fiscalização no combate a condutas como: ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade e direção após o consumo de álcool.

Foram mais de 64 mil motoristas flagrados pela PRF em excesso de velocidade e 585 detidos por ingestão de bebidas alcoólica durante o ano de 2017.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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