Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

HOME / NOTÍCIAS

Polícia

Pai é preso e confessa ter espancado e assassinado o filho de 5 anos



Um homem foi preso na noite desse domingo (4) suspeito de ter espancado e assassinado o filho dele, de 5 anos, em Sinop, a 503 km de Cuiabá. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, Jonas Pereira Teixeira, de 30 anos, confessou que matou o filho, Davi dos Santos Vasconcelos, de 5 anos, após ter usado drogas e espancado o menino.

O próprio pai levou Davi até a Unidade Básica de Saúde (UBS) do Bairro Menino Jesus, em Sinop, onde confessou aos funcionários o que havia feito.

Jonas foi preso pela PM e encaminhado para a delegacia da Polícia Civil em Sinop.

Segundo a PM, o homicídio ocorreu às 18h (horário de Mato Grosso), em uma casa no Bairro Vila Mariana. A mãe da criança trabalhava, enquanto Jonas estava sozinho na residência com o menino.

“O pai é usuário de pasta base e de cocaína. Ele tinha acabado de usar droga. Espancou e estrangulou o menino de 5 anos”, disse ao G1 o tenente da PM, Marcos Oliveira.

A PM foi chamada assim que o menino deu entrada na UBS Menino Jesus. Jonas levou a criança para receber atendimento médico. O menino tinha lesões e sinais de espancamento.

Quando os policiais chegaram ao local, Davi já havia morrido.

“O avô [da criança] disse que não foi a primeira vez que isso aconteceu. Ele [o pai] é agressivo”, disse o policial. O avô relatou à PM que Jonas espancava o filho constantemente.

Fonte: G1 Mato Grosso



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


Antenado News