Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 01 de Junho de 2026

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Polícia tenta identificar ladrões que mataram empresário com tiro na cabeça durante assalto



Carlos da Cruz Olmedo, de 36 anos, foi alvejado na cabeça (Foto: Facebook/Reprodução)

Carlos da Cruz Olmedo, de 36 anos, foi alvejado na cabeça (Foto: Facebook/Reprodução)

A Polícia Civil tenta identificar os dois ladrões que mataram um empresário com tiros na cabeça durante um assalto em Cuiabá, na segunda-feira (10). Carlos da Cruz Olmedo, de 36 anos, foi abordado na frente da casa dele, no Bairro Jardim Keneddy. A vítima morreu ainda no local.

Carlos estava com a mulher e mãe. Todos foram obrigados a entrar na residência e amarrados em um dos cômodos.

A vítima, entretanto, conseguiu se soltar e lutou com um dos bandidos. Em seguida, foi alvejado com tiros na cabeça.

Os dois ladrões fugiram com objetos da casa e com o carro do empresário. O veículo foi encontrado abandonado no bairro vizinho.

O automóvel já passou por perícia e deve ajudar na identificação dos criminosos. Câmeras de monitoramento de outros imóveis também devem ser usadas na investigação.

Carlos era proprietário de uma empresa de consórcio de veículos, em Cuiabá.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga o caso.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Acusado de falsidade ideológica em MT ao ser pego utilizando nome falso por uma década é preso


Uma ação conjunta entre policiais civis e federais prendeu ontem, em Pontes e Lacerda (443 quilômetros a Oeste de Cuiabá), um homem, de 51 anos, que estava vivendo com um nome falso há 10 anos. O caso teve início após denúncias da própria PF e, acompanhada de agentes do órgão, a equipe da delegacia municipal foi até uma oficina mecânica no bairro Nossa Senhora Aparecida, onde o suspeito estava trabalhando.

A princípio, ele informou o nome falso, com o qual ele até mesmo já cumpria uma pena em regime aberto por tráfico de drogas, e entregou uma Carteira de Habilitação com esses dados. Porém, quando os policiais falaram sobre sua real identidade, ele confirmou a falsidade e disse que o motivo era que possuía pendências na Justiça (também por tráfico) com o nome real e, por isso, recorreu ao uso da documentação falsa.

O investigado não informou onde conseguiu confeccioná-lo, mas afirmou ter sido em Teresina (PI) e que pagou, à época, R$ 15 mil. O homem, bem como os materiais vinculados, foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.


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