Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Polícia

Tio e sobrinho são presos em MT com 15 tabletes de droga em rodovia



Um motociclista e um passageiro, que são tio e sobrinho, foram presos com 15 tabletes de droga ao serem abordados nessa sexta-feira (29) na MT-473, em Pontes e Lacerda, a 483 km de Cuiabá. Segundo o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), o rapaz de 29 anos estava na garupa da moto, pilotada pelo tio dele, de 44 anos. Ele saltou da garupa ao ver os policiais e tentou fugir.

De acordo com o Gefron, a apreensão ocorreu às 14h (horário de Mato Grosso) na região conhecida como Vila Triunfo. Os dois estavam em uma motocicleta que foi abordada pelos policiais. O rapaz carregava uma mochila e, ao ver a polícia, desceu da moto e tentou fugir em um matagal.

Ele foi detido pelos policiais e confessou que carregava 15 tabletes, sendo 14 de pasta base de cocaína e um tablete de cocaína. Ele disse que o homem que pilotava a moto era o tio dele. Também comentou que o tio o ajudava no transporte da droga até Pontes e Lacerda. Os dois foram presos e encaminhados para a Delegacia de Fronteira em Cáceres, a 220 km de Cuiabá.



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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